HOLI FESTIVAL (Parque do Ibirapuera - SP)

O festival indiano que comemora a chegada da primavera passou por São Paulo e coloriu o céu cinza da capital Paulistana!

10 DICAS PARA VIAJAR SOZINHA

Viajar sozinha deixou de ser um mistério, confira 10 dicas para aproveitar esse momento!

INTERCÂMBIO X NAMORO

Como lidar com a distância em um relacionamento?

O RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO..

3 dias na Cidade Maravilhosa e as energias renovadas!

O QUE OS BRASILEIROS SABEM SOBRE POLÍTICA?

2014 foi ano de eleições e você, o que sabe sobre a política nacional?

23 de maio de 2015

Consultoria e Serviços.


21 de novembro de 2014

Tecnologia: É possível viver offline?

Hoje cedo enquanto esperava para ser atendida no dentista, me deparei com um cenário típico deste século: além de mim, haviam mais 5 pessoas na sala de espera e o mais assustador: todas no celular! 

A sala possuía - além das poltronas - uma mesa de centro e um aparador próximo ao corredor, em cima deles haviam revistas e jornais intactos, esperando que alguma alma generosa fosse até eles e os tirassem daquela monotonia. Mas durante os 15 minutos em que estive na sala, nada feito. Além das revistas e jornais, havia também uma TV de plasma presa na parede e ligada no canal de notícias, mas isso não foi o suficiente para tirar o foco, percebi que a concentração era mesmo no celular. 

E é assim que começo o meu texto de hoje: SERÁ QUE É POSSÍVEL VIVER OFFLINE?



A internet é uma invenção revolucionária, desde que se tornou o meio mais acessível às informações, bilhões de pessoas vivem diariamente conectadas e estar conectada deixou de ser apenas uma diversão e virou necessidade. Meu primeiro contato com a internet foi em 1998, quando meu pai havia comprado um computador e instalou a famosa internet discada, assim que ele me permitiu navegar (após várias recomendações), meus primeiros passos se limitavam a sites de desenho, minha conta de e-mail do zipmail ( incrivelmente sem Spam) e chats do UOL. Hoje a internet deixou de ser apenas uma fonte de pesquisa e se tornou o foco principal de pesquisadores, psicanalistas, nerds, entre outros. Não é pra menos, né?

Devido a facilidade em se conectar, ficou praticamente impossível se anular das tendências e ficar por fora do que rola no mundo virtual, mas onde iremos chegar com esse vício? Posso falar com propriedade desses 16 anos que tenho de conhecimento da vida virtual, que de lá para cá a internet se espalhou como vírus e hoje é a fonte principal de muitas pesquisas e estudos, e graças ao seu avanço a informação passou a chegar mais rápido e mais longe, atingindo diversos lugares simultaneamente. Com o aumento dessa população que não se desconecta, percebi que gastamos horas do dia inutilmente conectados e deixando a parte mais bela da vida passar. 



Conheço centenas de pessoas em minhas redes sociais que usam e abusam da internet para publicar detalhes minuciosos de seus dias e usam da internet sem moderação, ( Adendo: entendo e respeito a diversidade,  opinião alheia, opção e como cada um leva a sua vida, ok?), mas sabemos que tudo o que é demais, não faz bem. De certa forma é essa a minha opinião hoje (pois já fui radical e completamente viciada em internet) e não estou aqui para concordar ou descordar de quem pensa diferente de mim, no entanto fui me dar conta de que perdi parte da minha adolescência mergulhada na vida virtual e abdicando de dias de sol e viagens para ostentar um vício cibernético só após meus 21 anos, quando então resolvi maneirar nas postagens, diminuir a quantidade de vezes que acessava a internet, passei a trocar as horas em frente ao computador por idas ao parque e ler crônicas sempre que podia em revistas e livros.

Minha pergunta é: Você já experimentou se desligar da internet alguma vez por pura e espontânea vontade? Caso sim, persista na prática! Caso não, o que te impede de tentar?



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Essa crônica foi uma reflexão particular e sem pretensão alguma de cultivar a discórdia entre opiniões. O episódio na sala de espera do dentista me trouxe de volta para o mundo real, onde dentro de um espaço com pessoas que não se olhavam, não se comunicavam e pareciam entretidas em seu próprio universo virtual, me resgatou de uma realidade cruel e ora fictícia que nos torna seres apáticos e antisociais. O conceito online e offline reflete a vida em duas esferas espirituais: Quem eu sou e O que eu demonstro ser. Na internet somos quem aspiramos ser um dia e vendemos uma imagem que nem sempre condiz com a nossa realidade, já na vida real ainda caminhamos rumo a essa vida que sonhamos e que damos ao nosso "Eu-virtual" - que é cultivado diariamente através de fotos perfeitas, lugares paradisíacos, festas, presentes, viagens, e muitos outros.

Sabemos que por trás de cada computador, celular, tablet ou qualquer outro eletrônico conectado a rede, somos seres de carne e osso que lutam por um espaço e dignidade, que tem contas para pagar, que sofre por amor, chora, tem imperfeições físicas e pepinos para resolver, enfim, que precisa batalhar para conquistar alguma coisa.

Irei terminar meu raciocínio hoje com apenas uma frase.


Só depois que a tecnologia inventou o telefone, o telégrafo, a televisão, a internet, foi que se descobriu que o problema de comunicação mais sério era o de perto.
Millôr Fernandes


Até breve,
Luciana.



8 de novembro de 2014

10 dicas para viajar sozinha!

Planejar uma viagem é sempre muito bom, porém nem sempre podemos desfrutar da companhia de alguém para compartilhar do mesmo sonho. Abaixo, listei 10 dicas importantes para quem vai ter somente a coragem como companhia na próxima viagem:


1 - Depois de escolher o destino, separe um caderno ou agenda e anote todos os locais que deseja visitar durante a viagem.

2 - Hospedagem é muito pessoal: Há quem prefira se hospedar em hotéis e há quem queira se hospedar em Hostel. A diferença entre um e outro é bem grande e varia de acordo com o perfil do mochileiro. Quer conhecer novas pessoas e fazer amigos, o hostel é uma ótima opção. Deseja mochilar sozinho e descansar com privacidade, opte pelo hotel. O importante é já chegar no destino com uma pré-reserva de hospedagem e ter onde deixar seus pertences com segurança.



3 - Smartphones e câmeras fotográficas são itens básicos para não deixar passar em branco os momentos entre você.. e você mesma!

4 - É muito comum em hotéis e hostels uma estante com diversos guias (entretenimento, turismo, alimentação, mapas) para uso gratuito. Estes guias são ótimos para inserir outras programações que não estavam anteriormente nos planos. Os mapas são excelentes para administrar bem o tempo visitando locais e estipulando distancias entre uma atração e outra.



5 - Não ande com muito dinheiro em espécie, deixe uma parte guardada no hotel/hostel ou como uma melhor alternativa, ande apenas com o cartão de débito/crédito e quando necessário, realize saques em caixas eletrônicos. (Dependendo do destino, não há caixas eletrônicos, portanto é importante manter guardado com segurança seu dinheiro).

6 - Tenha sempre (de acordo com o destino) roupas apropriadas para grandes caminhadas. Enquanto turista, sua maior atividade será as caminhadas, por isso é essencial levar protetor solar, tênis e roupas confortáveis para bater bastante perna.



7 - Se for alugar um carro no destino, recomendo que alugue com GPS ou leve o seu. (Importante verificar antes se no seu GPS já possui o mapa rodoviário do destino).



8 - Itens indispensáveis: cartão de memória superior a 4GB para armazenar fotos, carregadores, fones de ouvido, tênis confortável, itens de higiene pessoal e cópia dos documentos.

9 - Para os momentos de descanso, uma música ou um bom livro pode ser a companhia perfeita.

10 - Aventure-se no desconhecido e aproveite o momento para curtir com liberdades suas escolhas. Have a nice trip!



Até breve,
Luciana Carvalho.



5 de novembro de 2014

A vida longe do Brasil



         Em setembro de 2010 antes de embarcar para o Estados Unidos, escrevi um post sobre Intercambio X Namoro para tentar expor um pouco de como eu pensava na época em relação ao momento delicado de um relacionamento que está diante de um intercâmbio. Este na realidade é o meu post com o maior número de acessos diários, em virtude dessa grande quantidade de leitores e e-mails que recebo com histórias das mais diversas e perguntas sobre como foi a minha experiência nessas condições, resolvi após 4 anos escrever o que eu penso hoje e como a situação - sob a minha análise - poderá ser melhor compreendida por ambas as partes.



Em primeiro lugar a minha experiência me serviu como bagagem de vida e lição, na época eu vivia um relacionamento de 2 anos que já não estava muito bem das pernas, então 2 meses antes de embarcar optamos por terminar o relacionamento e cada um seguir com seus sonhos, mas não bastasse o término antecipado, sofri durante alguns meses pela carência sim, seria hipocrisia da minha parte dizer que não sofri, mas isso também construiu o meu caráter e me fez ser quem eu sou hoje. Namorar é uma delícia, ter quem nos ame de verdade e sentir a recíproca do amor é a sensação mais gostosa do mundo, mas há alguns oceanos de distância aprendi que apenas a maturidade para vencer as dificuldades dos altos e baixos que é se aventurar em outro país. Morei durante 1 ano na Filadélfia e pelo menos 3 meses dos 12 meses na terra do Tio Sam, eu sofri. Aprendi nesse desafio de ir morar fora que a vida não é fácil, que estar longe de mãe e pai é uma batalha a ser vencida a cada dia, um dia de cada vez. Nos 3 primeiros meses passei por um processo de adaptação, a minha vida americana tinha regras e morar na casa de uma família americana é preciso além de mais nada, existir respeito e também, paciência para se adaptar a uma nova cultura. Durante esses - mais ou menos- 90 dias, minha cabeça estava concentrada em aprender a viver sozinha em um país que eu não tinha total domínio do idioma, e certa de que eu primeiro deveria conhecer e me familiarizar com as coisas, para então poder sobreviver os outros 9 meses.

Durante os 3 primeiros meses, o cansaço e a saudade eram latentes em mim, apenas trabalhava, estudava e quando podia, saía de carro para conhecer outros lugares, comprar algumas coisas, visitar algumas amigas que fiz durante o processo de au pair e por fim, falar o básico do inglês. Nesse período a saudade consumia a minha alma, por muitas noites chorei e quis voltar, mas sabia que eu estava vivendo um sonho que eu lutei para conseguir e que por isso não iria desistir. No Brasil a minha maior força foi a minha mãe, que durante muitas madrugadas me aguentou na webcam chorando e sofrendo pela distância, e eu não poderia ter tido força maior que a dela para continuar firme no meu sonho de morar fora. Namorar a distancia não foi um problema para mim, pois eu havia terminado o relacionamento, mas não bastasse morar fora, a carência me levou a procurar o ex e tentar reatar algo que eu sabia que não teria jeito, de certo eu sofri mais ainda e aceitei que eu só poderia resolver meus sentimentos quando voltasse para o Brasil, entendido e passado essa fase, consegui ir aos poucos me reerguendo e tentando encontrar alternativas para ser feliz com a escolha que eu fiz, e foi exatamente isso que me bastou. Quando enfim consegui me adaptar e viver a vida que eu escolhi, as coisas começam a fluir naturalmente, com isso, meu coração já estava livre e eu me permitira a sentir o amor de novo, fosse uma paixão passageira, fosse um novo amor por aí. 

No final de 1 ano eu já havia conhecido uma outra pessoa que me completara nas minhas carências sentimentais e que também estava em intercambio em outro país, nessas condições precisei aprender a namorar a distância até que pudéssemos voltar ao Brasil para enfim sairmos da webcam e nos conhecermos pessoalmente. Passado os meses namorando a distância, tivemos uma diferença de 3 meses do retorno ao Brasil. Já em solo brasileiro tivemos um relacionamento tranquilo que infelizmente após 1 ano se encerrou. 

Para finalizar o texto, aprendi que namorar a distancia não é um mar de rosas, mas que é possível de dar certo quando as partes envolvidas estão dispostas a viver o mesmo momento. Na prática não é fácil de lidar com crises devido a distancia, tão pouco com a falta de confiança, mas quando existe respeito e vontade de vencer qualquer obstáculo - e isso serve para qualquer coisa em nossa vida -, tudo é possível.

O saldo positivo foi que o intercambio me transformou em uma pessoa muito melhor, e que com isso pude amadurecer meus planos, resgatar meus valores - que haviam se perdido durante a minha adolescência -, ter responsabilidade, entre outras coisas que só que viveu a experiência pode sentir.

Já o saldo negativo foi talvez não ter ficado mais nos EUA para fazer alguns cursos da minha área (Marketing), mas toda a bagagem que eu trouxe dessa experiência já me enriqueceu como ser humano, após ter passado 4 anos do meu retorno ao brasil, a vontade de continuar me desafiando, de mergulhar no desconhecido e continuar trilhando o meu caminho rumo aos meus sonhos, rumo às minhas conquistas só cresce a cada dia que passa.


Até breve,
Luciana. 






Califórnia - Parte I

LOS ANGELES 

       Se tem algum lugar do Estados Unidos - além da Disney - que eu voltaria infinitas vezes, esse lugar é a Califórnia. É o estado mais delicioso - e populoso - que conheci nos States e com certeza um dos melhores destinos de lá. A Califórnia em si é bastante conhecida pelas belíssimas praias, clima descontraído, filmes hollywoodianos e suas atrações turísticas famosas mundialmente. 



Los Angeles é a cidade mais populosa do estado da Califórnia e a segunda dos Estados Unidos, e não só pela sua grandiosidade, posso falar de boca cheia que a cidade é incrível - embora o trânsito em horário de pico não seja assim algo muito interessante. Os pontos turísticos são muito bonitos e a beleza da cidade é de encher os olhos. Tive a oportunidade de ficar por 3 dias em Los Angeles, e sinceramente achei que poderia ter ficado mais, porém eu só tinha 1 semana de férias e queria ainda conhecer San Diego. 





Tive a sorte de conhecer Los Angeles com um sol maravilhoso e um céu sem nuvens, e não poderia ter sido melhor. Fui em Julho de 2011 e as lembranças são tão presentes que parece que foi ontem a viagem. Quando decidi ir para a Califórnia eu já morava nos Estados Unidos e por isso a viagem não foi cara, visto que eu trabalhava e ganhava em dólar e viajar dentro dos Estados Unidos é muito tranquilo e barato, há pouca burocracia para locações de veículos e reservas em hostel/hotel, por isso não fui por agência, simplesmente cotei alguns voos para Los Angeles pela internet, comprei as passagens, fiz uma pré-reserva de um carro para retirar no aeroporto de Los Angeles e a reserva no Hostel, prontinho! 





O processo de reservas e compras de passagens foram feitos meses antes ( acredito que uns 4 meses antes de embarcar) e a viagem toda não passou de U$1000 - parece mentira, né?





O turismo em Los Angeles é o cartão de visitas da cidade e não precisa mais que isso, né? Além de ser super famosa, a cidade é digna de uma visita - ou várias visitas! 





Se me perguntassem uma atração turística que mais gostei eu diria que a paisagem 360º que pode ser observada lá de cima, no Griffith Observatory. A vista é incrível e o lugar tem uma energia deliciosa. De lá é possível ver toda a cidade e também, ficar bem próximo ao famoso HOLLYWOOD sign, que é a referência da cidade.



A calçada da fama é linda, mas um pouco suja. Há muitas pessoas circulando por ali e acredito que por isso o chão deixe um pouco a desejar, entre uma estrela e outra carimbada no chão, locais como o Kodak Theather, a loja da Hard Rock e o museu Madame Tussauds nos fazem reviver cenas de filmes enquanto caminhamos por lá. O centro de Los Angeles visto das rodovias é lindo, existem prédios bem altos e espelhados, já andando pelas ruas de noite tive um pouco de receio, há alguns mendigos e grupos de diversas tribos espalhados pelas ruas, por isso aproveitava o dia, e a noite ia para o Hostel descansar.  






Não poderia deixar de citar a incrível Beverly Hills, Ô lugarzinho bonito! Andar pelas ruas de Beverly Hills me lembrou o filme das Patricinhas, revivi lugares do filme a cada esquina que eu andava, e foi incrível! A cidade (embora muitos achem que é um bairro de Los Angeles), fica localizada no Condado de Los Angeles mesmo e tem fácil acesso. Tive a oportunidade de alugar um Elantra em Los Angeles (a preço de banana) e entre os carros que circulavam por lá, eu era praticamente um palio ou um celta aqui no Brasil, como que pode, né?










Desejo voltar mais vezes para Los Angeles, a sensação de "estar em casa" é muito próxima ao clima brasileiro - perdendo apenas para o estado da Flórida (que é a segunda casa de muitos brasileiros que moram nos EUA).

Até breve!



28 de outubro de 2014

Holi Festival - Parque do Ibirapuera

Festival das Cores 

No último sábado dia 24 de outubro, tive a felicidade de participar de um festival encantador! Tradicional na Índia, o Festival das Cores acontece todos os anos neste país para celebrar a chegada da primavera. No Brasil, o evento está passando por vários estados e felizmente participei com muita alegria do festival que aconteceu em São Paulo, no Parque do Ibirapuera.






O sentido dessa farra toda é festejar com muita paz, saúde e alegria a estação mais florida (e colorida) do ano. Em grande estilo, presenciei lindamente o mar de cores e pessoas em um dos parques mais lindos do país. O Parque do Ibirapuera além de ser um lugar incrível, trouxe para São Paulo o céu mais colorido que já pude presenciar em toda a minha vida.





Neste ano, os sete chakras foram escolhidos como tema da festa, representados por sete tons de pó colorido que irão simbolizar saúde (roxo), união (verde), alegria (amarelo), renovação (rosa), paz (azul), amor (vermelho) e positividade (laranja).


Até breve!

27 de outubro de 2014

Eleições: O que os brasileiros sabem sobre política?

        Depois de exercer meu papel eleitoral de cidadã brasileira no último domingo dia 26 de outubro, resolvi parar e ler as manifestações esdrúxulas nas redes sociais e só tenho uma coisa a dizer: LAMENTÁVEL.

A cada dia que passa tenho mais certeza de que nós, seres humanos, nos tornamos mais patéticos e ignorantes. Ao invés de evoluirmos, cultivamos a burrice e ignorância que herdamos dos nossos antepassados das cavernas e ainda com pensamentos individualistas, exigimos dos nossos políticos um país melhor, mas não enxergamos um palmo a frente do nosso nariz e praticamos pequenas corrupções no dia a dia, ou você acha que colar na prova te faz mais inteligente que seu amigo? Ou roubar a internet do vizinho te faz menos rico do que se pagasse com seu suor a mensalidade de uma internet banda larga, entre outras pequenas ações que nós ' sempre damos um jeitinho ' para facilitar nossas vidas - e que se dane a do próximo. " Já que eu estou sendo enganado pelo governo, pago imposto em cima de imposto, o que é comprar um DVD pirata, não é mesmo? " - Pensamento típico de um brasileiro desiludido e passivo, que exerce seu papel eleitoral porque é obrigado, do contrário, abdicaria de seus direitos como cidadão para deixar sua responsabilidade em outras mãos.

Sou brasileira, natural do Rio de Janeiro, filha de um carioca com uma ludovicense* e isso não faz de mim mais ou menos que um nordestino ou sulista, tão pouco me faz ser mais ou menos que qualquer outro carioca. Nos ridicularizamos publicamente contestando a opinião do próximo, julgando, ofendendo, cultivando o ódio de uma luta que não acabou, vocês que votaram e não foram eleitos, persistam no estudo, informem se sobre seu partido político, sobre os ideais de seus candidatos, mas também busquem informações sobre 15, 20 anos atrás e tenham o conhecimento maduro para poder avaliar o candidato ideal para representar o nosso país. 

* Ludovicense: Natural de São Luis do Maranhão - MA.

A ignorância política vem de berço, não temos por cultura padrão estudar política e finanças em nossas escolas, e na minha opinião se faz necessário conhecer um pouco de cada uma. Quem estuda história, deveria estudar a política do país; Quem estuda matemática, deveria estudar finanças e tenho fé de que essas matérias um dia possam ser inseridas nas grades de matérias nas escolas de todo o país, vejo essa mudança a longo prazo nas crianças, que cresceriam e poderiam com autonomia mudar o destino da nação. Tenho orgulho de ser brasileira e mesmo com todas as dificuldades, tenho o dever de honrar a minha pátria e lutar por direitos e deveres, mas infelizmente metade da nossa nação desconhece a Constituição Federal, desconhece os direitos que os tornam cidadãos de voz ativa em um país democrático. Democracia é por direito um benefício do cidadão, podemos igualitariamente eleger nossos representantes, decidir pelo futuro dos nossos governantes e mudar o país, mas nossa cultura político-social é imatura, cultivamos o ódio pela situação do país, pela miséria, pela classificação no ranking de países sub-desenvolvidos, entre outros, mas glorificamos nosso futebol, elegemos palhaços, mulheres frutas, jogadores de futebol, cantores e artistas para nos representar e acabar de vez com qualquer possibilidade de mudança na história política. Infelizmente nosso interesse político dura alguns meses - geralmente no período eleitoral - e após exercemos nossa obrigação de votar, deixamos guardado dentro do armário - uma vez que nossa fé política é desiludida -, e por lá ela fica durante 4 anos.



Nós, jovens, somos os responsáveis pela possível mudança que haverá no futuro, para isso precisamos acordamos o gigante que há dentro de nós e antes de mais nada, acordar nossa vontade de lutar por um país justo e não de economia duvidosa, de planos de governos corruptos, de representantes públicos que nos ridicularizam e que só estão lá para desfrutar de salários altos e benefícios gordos. Precisamos reciclar nossos valores, reavaliar nossas opiniões ignorantes fundamentadas em 3 meses de estudo sobre política, deixar de compactuar apenas da opinião em massa, que contaminam e não nos garantem nada. Pedimos a saída de um partido político do atual governo que transformou um simples esquema eleitoral na arte de roubar, com outras palavras: o mensalão, para inserir um outro tipo de  governo que está mais preocupado em proteger a elite brasileira, do que dar educação e comida aos que precisam, infelizmente o histórico desses partidos compartilham de ideias completamente diferentes, enquanto um briga pela erradicação da pobreza, o outro pensa em conquistar a elite do país a fim de garantir a fortuna individual de seus bolsos - JÁ CHEIOS DE DINHEIRO -, persuadindo jovens burgueses que pouco sabem sobre a vida, sobre votar em um centro-esquerdista que vai dar mais aos ricos do que aos pobres, que tem como lema privatizar as empresas públicas e desviar milhões dos cofres públicos. Precisamos de igualdade social e educação, começar uma nova história política nesse país, estudar política e a pretensão de cada partido político antes de votar em qualquer candidato por ' falta de opção '. Sejam inteligentes, honrem sua pátria e não apenas o futebol, enriqueçam suas vidas de cultura política, se interessem pelo futuro do país e não só pelo final do campeonato brasileiro, amem seu país como amam seus smartphones, dediquem um tempo para ler e pesquisar sobre o histórico de seus candidatos, na mesma proporção que gastam seu precioso tempo em redes sociais se esbaldando de cultura inútil, idolatrem seu país na mesma proporção que idolatram os ícones da música pop americana e deixem de ser burgueses e falsos burgueses, porque caixão não tem gaveta, a vida é hoje mas seus filhos estarão aqui amanhã, não sejam egoístas ao pensar no bem próprio e que se dane o resto, não se chega a lugar nenhum assim. No fim, a gaveta do pobre e do rico será a mesma.

Enfim, somos nós os responsáveis pela atual situação do país, nada será feito diante de tanto voto desperdiçado em candidatos que nada farão pelo progresso do Brasil e por isso precisamos consertar o erro que persiste há anos na política. Precisamos ir as ruas com manifestações inteligentes, concisas e fazer com que a voz do povo seja ouvida, que tenhamos mais respeito pelo próximo; seja pobre, rico, sulista ou nordestino, e que mais uma vez tenhamos amor ao nosso país e deixemos as comparações para depois, porque o erro precisa ser consertado e com preconceito só cultivaremos a discórdia, o ódio e a guerra. 


Ame o Brasil e lute por ele até o fim!









17 de outubro de 2014

Cidade Maravilhosa

" O Rio de Janeiro continua lindo... " 

          Gosto da minha essência carioca, embora ela esteja lá no fundo da minha alma devido aos muitos anos morando em São Paulo, mas não importa quantas vezes eu vá pra lá, é sempre incrível os passeios na orla de Copacabana e as feirinhas hippies, o cheiro de maresia, o pôr do sol no arpoador, os bares na Farme de Amoedo, os arcos da Lapa e os shows incríveis no circo voador.. enfim, o Rio é sempre mágico, mesmo com tanta onda de assalto e o crescimento desenfreado das favelas. Rio é a Cidade Maravilhosa aos olhos de quem visita.

A viagem de Sorocaba até o Rio durou aproximadamente 7 horas, a estrada é ótima e a vista não deixa a desejar, exceto no final da Dutra já entrando em Nova Iguaçu, por lá a paisagem é cinza e poluída, mas isso mudou assim que chegamos na Av. Infante Dom Henrique, na Glória. 


Ao chegar no Rio de Janeiro a vista do Hotel Novo Mundo, no Flamengo, foi a melhor maneira de abrir com chave de ouro a visita ao Rio. Céu limpo e a vista incrível do Pão de Açúcar com a Praia do Flamengo.




Deixamos nossas coisas no quarto e resolvemos pegar o carro para passear pelas praias de Copacabana e Ipanema, o dia estava incrível - pra variar -, me estressei um pouco com o trânsito caótico que tem na cidade, mas isso não estragou nosso primeiro dia. Depois do passeio voltamos para o hotel, descansamos e no final da tarde fomos caminhar no calçadão de Copacabana, lá paramos no quiosque " Coisa de caRIOca " e curtimos a brisa do mar e o ar meio "bossa nova" dos meus conterrâneos cariocas, fora a visão maravilhosa do hotel Copacabana Palace, que enche os olhos de qualquer um que passe por ali.


        


No dia seguinte levantamos cedo para aproveitar o café da manhã do hotel e fomos à praia, estacionamos em Copacabana e fomos andando pelo calçadão naquele sol escaldante carioca - delicioso, por sinal - e cheio de  gringos pra lá e pra cá. Tava rolando um campeonato de SUP e ficamos por lá pra assistir, mas o sol era tanto, que não aguentamos torrar por muito tempo. Depois de comprar umas pulseiras de um hippie no calçadão (eu amo artesanato) paramos em um quiosque e ficamos até renovar as energias e partir pra outro point.



        


Copacabana é lindo, eu sou suspeita porque sempre que vou ao Rio, me sinto na obrigação de ir até lá e pisar na areia, é o melhor ritual de renovação de energias - fica a dica.

Almoçamos no restaurante Yosuki, em Ipanema, é um restaurante rústico e bem gostoso, o rodízio custava R$70 reais por pessoa, e a comida é realmente deliciosa, vale super a pena conhecer.



Infelizmente tivemos que fazer escolhas, então não foi possível levar a Paty para conhecer todos os pontos turísticos, mas muito em breve teremos a oportunidade de voltar ao Rio - minha família inteira mora lá.

No terceiro dia, fomos passear na Lagoa Rodrigo de Freitas e almoçar em Laranjeiras, foi uma tarde mais tranquila, afinal o sol, calor e a praia cansou demais o nosso corpo nos 2 primeiros dias, então resolvemos turistar de leve. 



De noite passeamos de carro pelos arcos da lapa, passamos pelos bares boêmios da região e de lá fomos até o Mirante de Ipanema, a vista lá é muito mais bonita de dia, mas a noite não deixou a desejar. Sentamos no quiosque, pedimos uma porção e 2 bebidas e curtimos a vista incrível pra fechar a noite.

Ipanema



A visita ao Cristo Redentor foi o lugar que mais nos impressionou, quem conhece sabe que o lugar tem uma energia sensacional, quem não conhece, recomendo o lugar. Subimos de carro até a bilheteria, cada ingresso custa R$51 reais e de lá pegamos uma van que leva até o Cristo. A escadaria é enorme, mas a vista impressiona e a subida deixa de ser um martírio e se torna agradável. Entre uma escada e outra, há locais para comer e lojas para comprar lembrancinhas - que são bem caras, por sinal.

 






A vista é incrível, fiz um vídeo lá de cima e vou compartilhar com vocês logo abaixo. A sensação de liberdade e de paz interior é única, vale a pena conhecer o lugar.





Claro que faltaram muitos outros lugares a ser visitado, mas a visita no Rio durou apenas 3 dias e por isso não conseguimos visitar todos os lugares que gostaríamos. 




Até breve,
Luciana.

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